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16 de outubro de 2017

Entidades decidem se unir e buscar solução para Zona da Amortecimento da Mata dos Godoy

Impasse está travando o desenvolvimento da região

 

Entidades da sociedade civil organizada decidiram se unir para buscar uma solução ao impasse criado para a definição da Zona de Amortecimento Mata dos Godoy após liminar concedida pela Justiça à medida judicial impetrada pela ONG MAE, que suspendeu os efeitos da Portaria 160/2016.

Há mais de um ano, todas as discussões sobre a área estão paradas à espera de uma definição judicial. “Isso tem emperrado o desenvolvimento da cidade”,  definiu o presidente da Sociedade Rural do Paraná, Afranio Brandão, ao abrir a reunião realizada na manhã desta quinta-feira, no Recinto Milton Alcover, com a presença do presidente do IAP, Luiz Tarcisio Pinto, o chefe-regional do IAP, Ronaldo Deber Siena, o diretor-jurídico do IAP, Luciano Marquesini, o deputado estadual Tiago Amaral, sócios e diretores da SRP, representantes de entidades como Acil, Sinduscon, Ceal, Sindicato Rural Patronal de Londrina e também a secretária de Meio Ambiente de Londrina, Roberta Queiroz.

O presidente do IAP lembrou que a Portaria 160/2016 readequou a zona de amortecimento em cerca de 29%. E enfatizou que é preciso definir os limites da área para depois ser definido o Plano de Manejo do Parque, outra preocupação da classe produtora do entorno do Parque.

A reunião foi solicitada pela SRP. “Quando  a liminar foi concedida nós já havíamos nos colocado à disposição para ajudar nas discussões e ações. Foi nos informado que não seria necessário.  Mas a pendência continua. Queremos ajudar neste processo”, sustentou Brandão.

Várias entidades presentes se manifestaram e concordaram que o impasse está atrasando o desenvolvimento de Londrina. “Precisamos de rapidez nessas definições”, defendeu o presidente do Sindicato Rural Patronal, Narcíso Picinatti. “Londrina está engessada”, emendou o representante da Casa Civil na região, Marco Antonio Santi. “Precisamos que todos sentem à mesa para discutir e encontrar uma solução”, reforçou o presidente da Acil, Cláudio Tedeschi. “A sociedade civil organizada deve enfrentar junto esta situação”, Célia Catussi, representante do Sinduscon.

As entidades pretendem se unir e, conforme explicou o diretor jurídico da SRP, Sebastião Ferreira,  poderão entrar no processo como assistente litis consorcial, solicitando a revogação da liminar.

O deputado Tiago Amaral, que está acompanhando a discussão representando a Assembleia Legislativa, destacou a necessidade de haver diálogo, com a participação da ONG MAE,  para “destravar o processo que afeta a cidade como um todo”. 

Fonte: http://srp.com.br/noticia/591/entidades-decidem-se-unir-e-buscar-solucao-para--zona-da-amortecimento-da-mata-dos-godoy

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